A Lição dos Pássaros


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Lojas do Ikea no Brasil

Ikea busca fornecedores no Brasil

Ate que enfim o IKEA vai abrir lojas no Brasil.....tava na hora
Ikea, a minha loja favorita :)
Escritório da empresa sueca em Curitiba já compra peças do RS e SC, mas pretende ampliar parcerias enquanto prepara entrada da marca no país
Maior empresa de móveis do mundo, a sueca Ikea está atrás de novos fornecedores no Brasil, enquanto prepara sua entrada no mercado nacional. A marca procura parceiros nas áreas de mobiliário de pinus, eucalipto, aço em carbono e têxtil. Em 2014, o investimento na compra de produtos no país será de R$ 140 milhões.
Desde 2009 a companhia tem escritório em Curitiba – até agora, o único no Brasil. A equipe de 20 funcionários, encarregada de buscar oportunidades de negócio, fechou contrato com quatro fornecedores de Santa Catarina e um do Rio Grande do Sul. Todos são fabricantes de móveis em pinus e eucalipto. Segundo o gerente de compras da América Latina, Michal Silhacek, a estimativa é que até o fim de 2013 as compras cheguem a R$ 122 milhões.

Entre os produtos brasileiros comprados pela empresa estão camas, cômodas, estantes e suportes para televisão. “Adquirimos somente mobiliário pronto para o consumidor final”, conta Silhacek. Os móveis, que vão para os Estados Unidos, Canadá, Europa e Ásia, chegam às lojas da Ikea com o selo “made in Brazil”.
Sustentabilidade
Silhacek explica que a empresa decidiu comprar no país pela qualidade das peças. “O pinus brasileiro tem bom preço e o mercado local tem experiência na produção de móveis de madeira de qualidade”. A escolha dos fornecedores, segundo ele, segue a regra da Ikea em outras partes do mundo: “Com base em pesquisa e indicações”, afirma o executivo.
Há outros critérios, des­­critos no Iway (Ikea Way of Purchasing Home Furnishing Products) – códi­­go de conduta da empresa – também levados em consideração. “Os fornecedores precisam ter produto de qualidade, capacidade de entrega com alto nível de segurança e, principalmente, cumprir nossas exigências de sustentabilidade”, fala Silhacek.
Um dos fornecedores da Ikea é a Ponzoni. O contrato com a companhia, localizada no município de Nova Prata (RS), foi fechado em 2009. “Um representante veio da Suécia e iniciou a negociação”, diz o gerente comercial, Josue Grosselli. A Ponzoni fornece 18 itens para a empresa sueca, como camas, cômodas e estantes.
Design sueco
O design dos móveis geralmente é feito pelos profissionais da Ikea. “Eles mandam o projeto e a gente faz conforme o pedido”, conta Orli Katzer, diretor comercial da Móveis Katzer, de São Bento do Sul (SC). Mas propostas dos fornecedores não são descartadas. Na Ponzoni, por exemplo, o trabalho é feito em parceria. “Quando surgem ideias para uma nova peça nós trabalhamos juntos”, conta Grosselli.
As outras fornecedoras da Ikea são ArteFama Móveis, também de São Bento do Sul, a Móveis 3 Irmãos, de Fragoso (SC), e a Temasa, de Caçador (SC).
Planos
Empresa sueca também investe em outros emergentes
Recentemente a Ikea deu pistas concretas de que pretende abrir lojas no Brasil. A empresa declarou que considera o país um “potencial mercado futuro” e que fará estudos preliminares sobre a possibilidade. Experiências bem-sucedidas em países como China e Rússia animaram a empresa sueca a investir no mercado brasileiro. A Ikea pretende também abrir lojas na Índia – em maio deste ano o grupo recebeu autorização do governo.
O gerente comercial de compras da América Latina, Michal Silhacek, não comenta a chegada das lojas por aqui, mas arquitetos e outros profissionais do setor dão como certa a vinda da marca para cá. Os produtos vão concorrer diretamente com os da Tok&Stok e da Etna, que comercializam peças com design e preços acessíveis à classe média.
Fundada em 1947 por Ingvar Kamprad, a companhia tem 338 lojas em 40 países. São mais de 9 milhões de metros quadrados em lojas e 154 mil funcionários pelo mundo.



Cuide da saúde pelo celular (aplicativos para celulares)

Cada vez mais populares, aplicativos podem ser aliados ou vilões para tratamento de doenças. Para evitar riscos, importante é usar o bom senso

Medidor de batimentos cardíacos, contador de calorias, oftalmologista de bolso, termômetro, sonar para ouvir o coração do bebê ainda na barriga da mãe, tudo isso em apenas um aparelho: o celular. As funções acima são ofertadas por aplicativos para smartphones voltados para a área de saúde e bem-estar. Cada vez mais populares, esses apps devem gerar cerca de 142 milhões de downloads em todo o mundo em 2016, de acordo com pesquisa da empresa Juniper Research, que avalia o mercado de softwares para celulares. Mas em que medida esses recursos tecnológicos móveis são confiáveis?

“No Brasil, não existe hoje um programa do governo para fazer avaliação desses aplicativos”, diz Ivan Torres Pisa, que é professor do departamento de Informática em Saúde da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele comenta que a agência norte-americana que regula alimentos e medicamentos (FDA) está de olho nesses sistemas e passou a auditá-los. “Nos Estados Unidos, a avaliação desses softwares ficou tão importante quanto a de medicamentos e hardwares para saúde”, afirma Pisa.

A universitária Karoline Bonome avaliou 154 aplicativos para celular destinados para a área de saúde e bem-estar. Desses, 50 foram analisados também por profissionais da área médica. No geral, os direcionados aos médicos foram considerados melhores.

“O profissional sabe usar bem melhor os aplicativos que os pacientes. No caso de softwares destinados aos pacientes, o aplicativo tem de estar muito bem desenhado. Caso contrário, isso gera muita dificuldade para o usuário”, diz Karoline, que alerta para a necessidade de se acompanhar a qualidade da informação que está sendo divulgada pelos aplicativos.

Atenção
Enquanto esse controle da qualidade da informação não chega, a orientação é usar as ferramentas com bom senso e desconfiar das promessas milagrosas. “A motivação para a FDA iniciar o monitoramento desses aplicativos foi a aparição de programas que prometiam cura de doenças ou o diagnóstico, mas sem qualquer tipo de respaldo científico para isso”, afirma Pisa. Um exemplo disso é o AcneAPP, que promete desaparecer com espinhas e cravos por meio da luz do celular.

Softwares que estimam o risco do usuário ter câncer ou que têm como função fazer outros tipos de diagnóstico também são o terror dos médicos. “Os aplicativos que trabalham como um apoio para te ajudar a fazer um controle do seu cotidiano, para depois passar ao profissional médico, são mais positivos que aqueles que fecham um diagnóstico e até indicam um tratamento”, diz a coordenadora do mestrado em Tecnologia da Saúde da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Márcia Regina Cubas.

Avaliação
A universitária Karoline Bonome, da Universidade Federal de São Paulo, analisou 150 aplicativos para celulares de área de saúde e bem-estar em língua portuguesa. Profissionais da área médica analisaram também 50 aplicativos. No geral, os softwares direcionados aos médicos foram considerados melhores. O resultado do trabalho pode ser conferido no seguinte link: saude360.com.br/msaude. A intenção é atualizar anualmente o arquivo e formatá-lo de uma maneira que seja mais atraente para os usuários.



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